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Polifarmácia em idosos: revisão dos últimos 10 anos (2018)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: TOYODA, MÁRCIO JUN - FCF
  • USP Schools: FCF
  • Subjects: IDOSOS; HIPERTENSÃO
  • Language: Português
  • Abstract: O envelhecimento da população nos países desenvolvidos e, mais recentemente, nos países emergentes, como no Brasil, é bem documentado, destacando-se que nesses últimos, o processo ocorrerá comparativamente de forma mais acelerada. O envelhecimento, um processo natural que traz alterações estruturais e funcionais que podem levar ao desenvolvimento de doenças crônicas e/ou degenerativas, desafia os sistemas de saúde. Pesquisas tem mostrado que a polifarmácia aplicada a idosos e a iatrogenia podem conduzir à intoxicação medicamentosa. Nesse contexto, este projeto de trabalho de conclusão de curso realizou a revisão da literatura no período de 2008-2018, referente à polifarmácia entre idosos, destacando-se o tratamento da hipertensão arterial (HA). A análise dos materiais disponíveis em sítios oficiais e dos artigos científicos, obtidos em bases de dados disponíveis na Universidade, propôs-se mostrar informações atualizadas, principalmente referentes à polifarmácia em idosos no Brasil. Nesse processo, verificou-se que a HA foi a doença crônica predominante em idosos. A HÁ, se não tratada, é associada, de forma heterogênea, a doenças crônicas e/ou agudas, como acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio, angina, doença renal/arterial periférica, disfunção sexual e perda de visão, o que tem levado à prática da polifarmácia (PO). Assim, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a de Hipertensão e a de Nefrologia ao publicar a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial, permite nortear o tratamento desta doença. As principais classes de fármacos (diuréticos tiazídicos, betabloqueadores, bloqueadores dos receptores da angiotensina e dos canais de cálcio) utilizadas no seu controle, considerando os seus benefícios e reações adversas, são apresentadas, embora o seu tratamento necessite que o paciente altere os seus hábitos,incluindo atenção na alimentação, atividade física, além do uso de medicação. Inicialmente nos casos de menor gravidade, recomenda-se que, se as medidas não-farmacológicas não surtirem efeito em 90 dias, deve-se recorrer ao tratamento com medicamentos. O esquema terapêutico depende da gravidade da doença, do nível do risco cardiovascular (CV) ou da existência de comorbidade CV. A PO, comum em idosos com idade mais avançada (acima de 80 anos), muitas vezes dificulta a adesão do paciente, pois neste grupo principalmente, o esquecimento pode mostrar-se comum devido a problemas emocionais ou clínicos, deterioração das funções cognitivas ou ainda devido a efeitos de outros medicamentos. O esquecimento pode constituir um problema sério, se considerar o fato de que quase 50% dos idosos de uma das amostras analisadas, relataram morar sozinho. vi Reconhece-se que a PO mal conduzida pode ser fator de risco à segurança dos pacientes devido a efeitos adversos e interações medicamentosas. Embora a PO possa ser necessária em pacientes com hipertensão arterial associada a outras doenças crônicas, verifica-se na literatura recente, a busca de estratégias nãofarmacológicas complementares no tratamento dessas pessoas
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    • ABNT

      TOYODA, Márcio Ju; KATO, Edna Tomiko Myiake. Polifarmácia em idosos: revisão dos últimos 10 anos. [S.l: s.n.], 2018.
    • APA

      Toyoda, M. J., & Kato, E. T. M. (2018). Polifarmácia em idosos: revisão dos últimos 10 anos. São Paulo.
    • NLM

      Toyoda MJ, Kato ETM. Polifarmácia em idosos: revisão dos últimos 10 anos. 2018 ;
    • Vancouver

      Toyoda MJ, Kato ETM. Polifarmácia em idosos: revisão dos últimos 10 anos. 2018 ;

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